SIMPRO-DF
Renato Godoy Fala Planalto
Os professores da rede pública do Distrito Federal iniciaram, nesta segunda-feira (2/6), uma greve por tempo indeterminado, apesar de uma decisão da Justiça que determina multa diária de R$ 1 milhão ao sindicato e o corte de ponto dos profissionais que aderirem ao movimento. A paralisação foi convocada pelo Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), que denuncia o descumprimento de acordos firmados com o Governo do DF, inclusive na Justiça.
Entre as principais reivindicações da categoria estão o reajuste salarial de 19,8%, a reestruturação da carreira, a nomeação imediata dos aprovados no último concurso público e a regularização das contribuições previdenciárias de cerca de 17 mil professores temporários. O sindicato alega que o GDF descumpriu compromisso judicial ao deixar milhares desses profissionais sem acesso a benefícios previdenciários, mesmo com laudos que comprovam doenças graves.
A greve foi mantida mesmo após a Justiça negar pedido do Sinpro-DF para suspender a liminar que impõe a multa e o corte de ponto. A Secretaria de Educação do DF informou que houve tentativa de acordo, mas o sindicato apresentou novas exigências, inviabilizando a negociação naquele momento. A paralisação começou com assembleias regionais para eleger o comando de greve.
Os professores da rede pública do Distrito Federal iniciaram, nesta segunda-feira (2/6), uma greve por tempo indeterminado, apesar de uma decisão da Justiça que determina multa diária de R$ 1 milhão ao sindicato e o corte de ponto dos profissionais que aderirem ao movimento. A paralisação foi convocada pelo Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), que denuncia o descumprimento de acordos firmados com o Governo do DF, inclusive na Justiça.
Entre as principais reivindicações da categoria estão o reajuste salarial de 19,8%, a reestruturação da carreira, a nomeação imediata dos aprovados no último concurso público e a regularização das contribuições previdenciárias de cerca de 17 mil professores temporários. O sindicato alega que o GDF descumpriu compromisso judicial ao deixar milhares desses profissionais sem acesso a benefícios previdenciários, mesmo com laudos que comprovam doenças graves.
A greve foi mantida mesmo após a Justiça negar pedido do Sinpro-DF para suspender a liminar que impõe a multa e o corte de ponto. A Secretaria de Educação do DF informou que houve tentativa de acordo, mas o sindicato apresentou novas exigências, inviabilizando a negociação naquele momento. A paralisação começou com assembleias regionais para eleger o comando de greve.